
Clube Cético
Governo Bolsonaro
Autor: JJ | Categoria: Laicismo, Política e Economia | Exibições: 112952 Comentários: 7567

Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Agosto de 2019, 11:59:36
O fato do Bolsonaro ser um hipócrita tem qual relação com a crítica que fiz?
E é ainda gargantualmente Hipócrita com no mínimo H maiúsculo quando o argumento de "temos muita natureza, a Alemanha que tem que aprender com a gente" vem daqueles que em outros momentos estão dizendo que essa preocupação ambiental é coisa de vegano, que quando chegou a presidência acabou endo o fiscal do IBAMA que o multou pessoalmente demitido.
https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2019/03/ibama-exonera-servidor-que-multou-bolsonaro-por-pesca-irregular.shtml
Que, diga-se de passagem, defende que a população possa se armar, mas fiscais ambientais não.
https://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/453609-PROPOSTA-PROIBE-USO-DE-ARMA-DE-FOGO-POR-FISCAIS-AMBIENTAIS.html
O fato do Bolsonaro ser um hipócrita tem qual relação com a crítica que fiz?
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Data da postagem: 26/08/2019, 08:34

Citação de: Muad'Dib em 26 de Agosto de 2019, 11:53:36
Se a crítica foi sobre a minha postagem, sugiro que você a releia.
O tu quoque fica ainda mais feio quando lembramos que o Brasileiro (português?) já arrasaram a mata atlantica, o brasileiro arrasou o cerrado, o brasileiro, nos anos 80, transformou o Paraná (mata de araucárias) em uma enorme fazenda e agora o brasileiro diz que os gringos não podem palpitar na nossa vida por que temos nossa natureza intocada.
Se a crítica foi sobre a minha postagem, sugiro que você a releia.
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Data da postagem: 26/08/2019, 08:35

Citação de: Sr. Huxley- em 26 de Agosto de 2019, 11:30:49
Se já estiver em curso de fato um aumento na "taxa" [ha/mês] de desmatamento como aparenta ser o caso, e a postura do governo proto-acordante for de explícito desinteresse no tema, pra que vai se revogar depois
Si mon fiançaille va de pire en pire...
eu cada dia fico (claro) + familiarizado como a persona dela e não me agrada a sensação que experimento...
¿vou consumar o matrimônio porque a lei brasileira permite divórcio depois?
Se você fosse o presidente da França,
[...]
o acordo UE-Mercosul pode ser revogado a posteriori com o não cumprimento de metas ambientais.
Se já estiver em curso de fato um aumento na "taxa" [ha/mês] de desmatamento como aparenta ser o caso, e a postura do governo proto-acordante for de explícito desinteresse no tema, pra que vai se revogar depois
Si mon fiançaille va de pire en pire...
eu cada dia fico (claro) + familiarizado como a persona dela e não me agrada a sensação que experimento...
¿vou consumar o matrimônio porque a lei brasileira permite divórcio depois?
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Data da postagem: 26/08/2019, 09:03

Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Agosto de 2019, 10:46:36
Não é tão metafórico não

Agora xingar aleatoriamente de corno está pegando entre a direitardice brasileirinha também? Achava que fosse modinha só entre os neo-neonazistas e os "não-sou-neonazista-mas" americanos. Corno seria quem votou, ninguém brasileiro votou no Macron. Como com os neonazistas americanos, parece que o xingamento de corno é "projeção," embora aqui mais metafórica. :biglol
Não é tão metafórico não

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Data da postagem: 26/08/2019, 09:22
A cornitude está em se trair a pátria, votando "sim" no questionário que mencionei no post de 11:30:49. Concordar em trair a pátria e ainda dá razão a um gringo protecionista sofista qualquer.
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Data da postagem: 26/08/2019, 09:43
Citação de: Gorducho em 26 de Agosto de 2019, 13:03:11
Ora, isso é uma falácia. Se a revogação a posteriori do acordo comercial no curto prazo não for suficiente para nos salvar persuasivamente de uma ação nociva de Bolsonaro, aí não tem nada que poderá nos salvar de qualquer jeito. Agora, atrasar indefinidamente o acordo comercial esperando Bolsonaro até dá o cu para um ambientalista racional ao vivo e em rede nacional é que não tem o menor fundamento. A economia do Brasil tem pressa.
Citação de: Sr. Huxley- em 26 de Agosto de 2019, 11:30:49Se você fosse o presidente da França,
[...]
o acordo UE-Mercosul pode ser revogado a posteriori com o não cumprimento de metas ambientais.
Se já estiver em curso de fato um aumento na "taxa" [ha/mês] de desmatamento como aparenta ser o caso, e a postura do governo proto-acordante for de explícito desinteresse no tema, pra que vai se revogar depois
Si mon fiançaille va de pire en pire...
eu cada dia fico (claro) + familiarizado como a persona dela e não me agrada a sensação que experimento...
¿vou consumar o matrimônio porque a lei brasileira permite divórcio depois?
Ora, isso é uma falácia. Se a revogação a posteriori do acordo comercial no curto prazo não for suficiente para nos salvar persuasivamente de uma ação nociva de Bolsonaro, aí não tem nada que poderá nos salvar de qualquer jeito. Agora, atrasar indefinidamente o acordo comercial esperando Bolsonaro até dá o cu para um ambientalista racional ao vivo e em rede nacional é que não tem o menor fundamento. A economia do Brasil tem pressa.
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Data da postagem: 26/08/2019, 09:55

Citação de: Se. -Huxley- em 26 de Agosto de 2019, 13:43:36
Da m/parte já falei que me parece fora-de-foco por o EM ou a UE na discussão
Se trata de saber SE aumentou ou não — aparentemente SIM
— a "taxa" de desmatamento

Assunto de interesse INTERNO de nós brasileiros.
Se queremos virar um Marte ou não...
Citar
Então paremos de desmatar e (até) reflorestemos. "Agregadamente": integral de superfície das áreas florestadas dentro do território nacional, claro
e ainda dá razão a um gringo protecionista sofista qualquer.
Da m/parte já falei que me parece fora-de-foco por o EM ou a UE na discussão
Se trata de saber SE aumentou ou não — aparentemente SIM
Assunto de interesse INTERNO de nós brasileiros.
Se queremos virar um Marte ou não...
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A economia do Brasil tem pressa.
Então paremos de desmatar e (até) reflorestemos. "Agregadamente": integral de superfície das áreas florestadas dentro do território nacional, claro
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Data da postagem: 26/08/2019, 10:29

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O vídeo embutido está limitado ao bloco da Amazônia.
https://www.youtube.com/v/fJWOmhrjDJs&start=5217&end=9071
[...] No bloco principal, como não poderia deixar de ser, falamos da Amazônia. Os incêndios, as reações, as bases ideológicas dessas reações, a acusação de Macron de que Bolsonaro mentiu, a postura do governo brasileiro e demais aspectos.
O vídeo embutido está limitado ao bloco da Amazônia.
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Data da postagem: 26/08/2019, 10:58

Citação de: -Huxley- em 26 de Agosto de 2019, 13:43:36
E também não se trai a pátria (e ao mundo) abrindo as pernas para a devastação ambiental, fodendo com o ambiente para lucro pessoal?
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Citação de: Geotecton em 26 de Agosto de 2019, 12:31:35
Não ofendeu, meu caro.
Ainda bem!
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Talvez numa visão mais ampla da história (sem tempo para piadinhas de idade), dando a Europa uma "identidade" como se fosse uma pessoa, sim, mas quando se fala de governos atuais, em especial o brasileiro atual, acho que não. E esse segundo nível de discussão é o que mais faz sentido lógico e prático.
Citar
Eu acho que essa leitura de "superiroidade moral" tem muito mais a ver com como as pessoas se sentem ao interpretar os textos do que fatos objetivos. Isso é, eles podem fazer recomendações e alertar para as conseqüências, mas isso quase inevitavelmente será acusado de ser um discurso de "superioridade moral" por quem tem algum interesse em se opor.
Ocorre algo similar no discurso mais amplo de proteção ambiental, mudanças climáticas, a direita americana e a brasileira adoram colocar as coisas em termos de "culpa," que é algo que as pessoas emocionalmente tenderão rejeitar ter, em comparação com responsabilidade, dever.
Citar
Quando se diz, "a Europa não pode criticar X porque também praticou X," fica meio implícita a sugestão de "então meio que tudo bem X," ou no mínimo, "não vamos dar atenção a X," que calhamos de praticar.
Pode não ser a intenção sugerir isso, mas acho que é até algo mais inescapável do que interpretações de "superioridade moral" quando um estado critica algo imoral que um outro faz.
De longe o pior problema na questão toda não seria nem mesmo Macron dizendo, "ulalá, nós somos moralmente superiores a esses brasileirinhos desmatadores, nossa mata Atlântica ainda está intocada e trés chic enquanto a deles, mon dieu, está pior que Hitler queria para Paris," mas as políticas brasileiras. Que são mesmo imorais, indefensáveis. Qualquer ataque a um crítico acaba tendo mesmo que acidentalmente um aspecto de defesa.
Citar
Esse "não existir" é bastante questionável, especialmente se tratando do governo brasileiro em questão. Quanto quer que inexista, é menos importante do que as práticas imorais deste governo, mesmo que seja criticado por governos tão imorais quanto. Isso não deveria ser desvio de atenção.
Citação de: Geotecton em 26 de Agosto de 2019, 12:34:18
Embora você não intencione a crítica como "eles destruíram, logo nós podemos destruir também,"* você pode talvez pegar trechos dela ou ela inteira (não lembro agora) e colocar "na boca" de um bolsonarista, que de fato fazem a mesma argumentação, mas dentro dessa linha de "tem que desmatar mesmo," "essa porra é nossa, caralho," etc.
Então não era referente à sua crítica, mas a bolsonaristas (e Bolsonaro) fazendo essa argumentação que compartilha esse ponto, de foco no Macron ou na Europa como "não moralmente superiores."
* que no podcast do Xadrez verbal meio que creditam, positivamente, numa versão mais "light," à diplomacia esquerdista brasileira, que fraseava isso de maneira mais aceitável e cautelosa, não o "destruir também," mas "desenvolvimento sustentável," algo mais justo para com países em desenvolvimento, que não podem ser cobrados com o mesmo rigor que os desenvolvidos, que se desenvolveram inclusive graças a uma exploração mais irresponsável dos recursos naturais na história passada. Também contudo associam conservacionismo aos conservadores, numa perspectiva mais ampla, como ser republicano caçador de ursos o presidente que criou os parques nacionais nos EUA, também mencionando que a URSS que poluia mais, não fazendo sentido a associação de "ambientalismo radical" com comunismo e etc.
A cornitude está em se trair a pátria, votando "sim" no questionário que mencionei no post de 11:30:49. Concordar em trair a pátria e ainda dá razão a um gringo protecionista sofista qualquer.
E também não se trai a pátria (e ao mundo) abrindo as pernas para a devastação ambiental, fodendo com o ambiente para lucro pessoal?
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https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2019/05/02/pl-de-f-bolsonaro-quer-acabar-com-reservas-e-pode-aumentar-desmatamento.htm
[...]
Um projeto de lei elaborado pelos senadores Márcio Bittar (MDB) e Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), pretende revogar todas as normas referentes à proteção de vegetação nativa das propriedades rurais --o que pode aumentar a margem de desmatamento desses imóveis.
[...] Os parlamentares argumentam que é preciso abdicar da proteção da vegetação nativa para "garantir o direito constitucional de propriedade". [...]
Citação de: Geotecton em 26 de Agosto de 2019, 12:31:35
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Agosto de 2019, 11:13:51Citação de: Geotecton em 26 de Agosto de 2019, 08:57:26
Os estados nacionais europeus não tem nenhuma moral ambiental para exigir comportamento de preservação de outros em diferentes continentes, porque é o continente com a menor cobertura vegetal original e com os biomas mais afetados.
Sem querer ofender, mas é um tu quoque infantil.
Não ofendeu, meu caro.
Ainda bem!
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Mas não é tu quoque. É um fato.
Talvez numa visão mais ampla da história (sem tempo para piadinhas de idade), dando a Europa uma "identidade" como se fosse uma pessoa, sim, mas quando se fala de governos atuais, em especial o brasileiro atual, acho que não. E esse segundo nível de discussão é o que mais faz sentido lógico e prático.
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A Europa, como um todo, não pode interpelar outros países sob um ponto de vista de superioridade moral na área ambiental, porquê não possui. Ela pode, outrossim, fazer recomendações chamando a atenção para as consequências das atitudes deletérias pretéritas deles sobre o Meio Ambiente.
E, é claro, podem fazer ameaças porque o que se aplica entre nações é a realpolitik.
Eu acho que essa leitura de "superiroidade moral" tem muito mais a ver com como as pessoas se sentem ao interpretar os textos do que fatos objetivos. Isso é, eles podem fazer recomendações e alertar para as conseqüências, mas isso quase inevitavelmente será acusado de ser um discurso de "superioridade moral" por quem tem algum interesse em se opor.
Ocorre algo similar no discurso mais amplo de proteção ambiental, mudanças climáticas, a direita americana e a brasileira adoram colocar as coisas em termos de "culpa," que é algo que as pessoas emocionalmente tenderão rejeitar ter, em comparação com responsabilidade, dever.
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Aqui você erigiu um espantalho.
Em momento algum eu mencionei que o problema ambiental deve ser ignorado ou que o histórico não é importante.
Quando se diz, "a Europa não pode criticar X porque também praticou X," fica meio implícita a sugestão de "então meio que tudo bem X," ou no mínimo, "não vamos dar atenção a X," que calhamos de praticar.
Pode não ser a intenção sugerir isso, mas acho que é até algo mais inescapável do que interpretações de "superioridade moral" quando um estado critica algo imoral que um outro faz.
De longe o pior problema na questão toda não seria nem mesmo Macron dizendo, "ulalá, nós somos moralmente superiores a esses brasileirinhos desmatadores, nossa mata Atlântica ainda está intocada e trés chic enquanto a deles, mon dieu, está pior que Hitler queria para Paris," mas as políticas brasileiras. Que são mesmo imorais, indefensáveis. Qualquer ataque a um crítico acaba tendo mesmo que acidentalmente um aspecto de defesa.
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Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Agosto de 2019, 11:13:51O responsável a fazer é tentar fazer o possível para reverter o que for reversível e desencorajar danos futuros. E os europeus provavelmente lideram o mundo nisso.
Concordo plenamente.
A cessão, onerosa ou não, de conhecimento científico, cooperação tecnológica e a ajuda financeira são bem vindas. Até mesmo críticas.
Mas não com base em uma 'superioridade moral' que não existe.
Esse "não existir" é bastante questionável, especialmente se tratando do governo brasileiro em questão. Quanto quer que inexista, é menos importante do que as práticas imorais deste governo, mesmo que seja criticado por governos tão imorais quanto. Isso não deveria ser desvio de atenção.
Citação de: Geotecton em 26 de Agosto de 2019, 12:34:18
O fato do Bolsonaro ser um hipócrita tem qual relação com a crítica que fiz?
Embora você não intencione a crítica como "eles destruíram, logo nós podemos destruir também,"* você pode talvez pegar trechos dela ou ela inteira (não lembro agora) e colocar "na boca" de um bolsonarista, que de fato fazem a mesma argumentação, mas dentro dessa linha de "tem que desmatar mesmo," "essa porra é nossa, caralho," etc.
Então não era referente à sua crítica, mas a bolsonaristas (e Bolsonaro) fazendo essa argumentação que compartilha esse ponto, de foco no Macron ou na Europa como "não moralmente superiores."
* que no podcast do Xadrez verbal meio que creditam, positivamente, numa versão mais "light," à diplomacia esquerdista brasileira, que fraseava isso de maneira mais aceitável e cautelosa, não o "destruir também," mas "desenvolvimento sustentável," algo mais justo para com países em desenvolvimento, que não podem ser cobrados com o mesmo rigor que os desenvolvidos, que se desenvolveram inclusive graças a uma exploração mais irresponsável dos recursos naturais na história passada. Também contudo associam conservacionismo aos conservadores, numa perspectiva mais ampla, como ser republicano caçador de ursos o presidente que criou os parques nacionais nos EUA, também mencionando que a URSS que poluia mais, não fazendo sentido a associação de "ambientalismo radical" com comunismo e etc.
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Data da postagem: 26/08/2019, 11:02
Citação de: Buckaroo Banzai em 26 de Agosto de 2019, 15:02:17
O acordo UE-Mercosul já incluiu a possibilidade de Bolsonaro não mudar ou não cumprir a promessa de cumprir o acordo do clima de Paris e a maneira de lidar com isso já foi descrita. Ele fica sem o acordo comercial via punição a posteriori se não cumprir as metas ambientais. Se isso não funcionar para proteger o meio ambiente, nada funcionará. Concordar com isso é pedir devastação ambiental?
Citação de: -Huxley- em 26 de Agosto de 2019, 13:43:36A cornitude está em se trair a pátria, votando "sim" no questionário que mencionei no post de 11:30:49. Concordar em trair a pátria e ainda dá razão a um gringo protecionista sofista qualquer.
E também não se trai a pátria (e ao mundo) abrindo as pernas para a devastação ambiental, fodendo com o ambiente para lucro pessoal?
Citarhttps://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2019/05/02/pl-de-f-bolsonaro-quer-acabar-com-reservas-e-pode-aumentar-desmatamento.htm
[...]
Um projeto de lei elaborado pelos senadores Márcio Bittar (MDB) e Flávio Bolsonaro (PSL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PSL), pretende revogar todas as normas referentes à proteção de vegetação nativa das propriedades rurais --o que pode aumentar a margem de desmatamento desses imóveis.
[...] Os parlamentares argumentam que é preciso abdicar da proteção da vegetação nativa para "garantir o direito constitucional de propriedade". [...]
O acordo UE-Mercosul já incluiu a possibilidade de Bolsonaro não mudar ou não cumprir a promessa de cumprir o acordo do clima de Paris e a maneira de lidar com isso já foi descrita. Ele fica sem o acordo comercial via punição a posteriori se não cumprir as metas ambientais. Se isso não funcionar para proteger o meio ambiente, nada funcionará. Concordar com isso é pedir devastação ambiental?
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Data da postagem: 26/08/2019, 11:27