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Indonésia executa brasileiro
Autor: Pasteur | Categoria: História, Sociedade, Comportamento e Filosofia | Exibições: 23751 Comentários: 407
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Esse "em ciência" me faz imaginar a coisa vertendo para analogias com processos de produção em massa e taxas de falha, destruição de unidades defeituosas a fim de reduzir o prejuízo ao consumidor, etc.
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Citação de: Johnny Cash em 01 de Maio de 2015, 13:31:54

Mas, da mesma forma, quantos inocentes você está disposto a condenar a 10 anos de prisão?


A lógica é, "se você está disposto a prender inocentes, deveria por coerência estar disposto a matar inocentes, já que também está tirando frações de suas vidas"?
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Citação de: Buckaroo Banzai em 01 de Maio de 2015, 13:50:22

Citação de: Johnny Cash em 01 de Maio de 2015, 13:31:54

Mas, da mesma forma, quantos inocentes você está disposto a condenar a 10 anos de prisão?


A lógica é, "se você está disposto a prender inocentes, deveria por coerência estar disposto a matar inocentes, já que também está tirando frações de suas vidas"?


Não exatamente nesse sentido. A lógica é: "você está disposto a penalizar inocentes?"

E a resposta até então seria algo como: "Matar já é demais, mas deixar o camarada encarcerado a vida toda é até tolerável."

A resposta ideal pra "quantos inocentes você está disposto a matar/prender?" deve ser sempre zero. O problema é o caráter utópico dessa discussão quando componentes dela assumem que é impossível verificar se alguém é inocente ou culpado.

Da mesma forma que não se repara a morte para o próprio morto, também não se retorna 80 anos de prisão.
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Citação de: Johnny Cash em 01 de Maio de 2015, 13:31:54

Mas, da mesma forma, quantos inocentes você está disposto a condenar a 10 anos de prisão?


Disposto, nenhum, mas quando acontecer, já que é quase impossível evitar, que seja possível reparar o erro.
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Citação de: Barata Tenno em 01 de Maio de 2015, 18:49:47

Citação de: Johnny Cash em 01 de Maio de 2015, 13:31:54

Mas, da mesma forma, quantos inocentes você está disposto a condenar a 10 anos de prisão?


Disposto, nenhum, mas quando acontecer, já que é quase impossível evitar, que seja possível reparar o erro.


Pois é, arriscar matar inocentes é um preço alto de mais, arriscar condenar inocentes a 10 anos de prisão continua sendo errado, mas não é tão catastrófico do que condenar um inocente a morte. No entanto, não é somente pelo risco de se condenar inocentes que eu sou contra a pena de morte, eu sou contra a pena de morte por que acho errado matar, principalmente uma pessoa que esta, em teoria, neutralizada.

Abraços!
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Data da postagem: 01/05/2015, 18:47
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Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 22:47:11

Citação de: Barata Tenno em 01 de Maio de 2015, 18:49:47

Citação de: Johnny Cash em 01 de Maio de 2015, 13:31:54

Mas, da mesma forma, quantos inocentes você está disposto a condenar a 10 anos de prisão?


Disposto, nenhum, mas quando acontecer, já que é quase impossível evitar, que seja possível reparar o erro.


Pois é, arriscar matar inocentes é um preço alto de mais,

Exatamente. Arriscar deixar uma arma assassina prontamente funcional reservada, com o risco de libertar-se e matar tantos inocentes em quantos possa deitar fogo, é um preço alto demais por uma crendice estúpida. Sou obrigado a concordar plenamente! Tá vendo, meu caro jovem Skep? Mais um caso raro!

Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 22:47:11

arriscar condenar inocentes a 10 anos de prisão continua sendo errado,


É... isso exige um esforcinho de lógica..., mas qualquer um com mais de 5 anos deve chegar lá até completar 10... O problema maior... que talvez leve mais uns 380 anos anos para a maioria das capacidades mentais é que vida não é ("só" -- trata-se de um fato de dinâmica complexa) um estado, mas um processo, tem um total temporal, e 10, como qualquer quantidade de anos é um real fragmento de vida que é tirada. Um prazo como 10 anos pode incluir o único tempo de vida que resta a alguém, que morrerá sem liberdade, tornando tal sentença morte de qualquer forma. Mas esse risco é válido correr, não? Especialmente diluído num oceano de ridicularidades argumentatóides.

Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 22:47:11

mas não é tão catastrófico do que condenar um inocente a morte.


Como cada um tem seus interesses... Impressionante. Há os que pensam que a prisão é mais punitiva (catastrófica) que a morte, até inocentes! Que prefeririam morrer a serem enjaulados. Mas, descontando que o sujeito pode ter, por exemplo, uma doença que desenvolva evolua e o mate dentro do prazo do "não catastrófico" (na opinião skeptikosiana, frise-se!), volto a repetir, e o que falo aqui é seríssimo: eu não toleraria de forma alguma ser preso inocentemente e não sossegaria até matar cada um dos (ir)responsáveis pelo crime de prender-me. No meu caso, garantidamente (NESSE TIPO DE CONCEPÇÃO SKEPTIKOSIANA! porque, para pensadores não crentes, matar esses criminosos seria justiça, não "catástrofe"), a catástrofe seria menor se me matassem. (NESSE TIPO DE CONCEPÇÃO SKEPTIKOSIANA!) Está aqui um evento mínimo probabilístico com o qual crentes sem argumentos gostam de argumentalizar.

Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 22:47:11

No entanto, não é somente pelo risco de se condenar inocentes que eu sou contra a pena de morte, eu sou contra a pena de morte por que acho errado matar,


Está acusando que quem é a favor de pena mortal acha certo matar, meu jovem?! É isso o que dizes?!

É... vejo que o caríssimo jovem adora cultivar uma boa imagem pública... hahahahahahahaha...

Eu vou te ajudar e te dizer a ti mesmo o que achas errado e o que achas certo: achas certo quem acha certo matar matar quem acha errado matar; achas errado matar quem acha certo matar quem não acha certo matar. Entendeu?! hahahahahahaha...

O Cientista está aquém desses conceitos de "certo/errado". Isso é para crentes em moral absoluta, como o Criaturo, com o qual tu te declaras alinhado aqui. O Cientista apenas funciona como funciona; apenas tem alta enquadrabilidade a um determinado 'regrário'. Só simples isto! Nada de crendices e espectativas idiotas.

Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 22:47:11

principalmente uma pessoa que esta, em teoria, neutralizada.

Abraços!


Ah... em teoria... Uma luz tinha que aparecer, não é mesmo?! hahahahhahahahaha
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Data da postagem: 01/05/2015, 23:27
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Citação de: Buckaroo Banzai em 01 de Maio de 2015, 13:46:24

Esse "em ciência" me faz imaginar a coisa vertendo para analogias com processos de produção em massa e taxas de falha, destruição de unidades defeituosas a fim de reduzir o prejuízo ao consumidor, etc.


Todos os caminhos levam ao Cientista, mas mais os da aversão e tentativa de rejeição/depreciação a ele ...pelo visto...

O Cientista posta algo num tópico e tudo se transforma. Os direcionamentos dos debatedores evidentemente mudam em torno do "irrelevante/ignorável". É muito engraçado ver! Todos os debatedores que antes debatiam realmente uns contra os outros, passam a só usarem-se para indirecionar o que já se torna uma tentativa geral de contorno aos escalpelos do Cientista. hahahahahahaha

Mas... estou tentando localizar o tal "em ciência" e, munido de meu astronômico QI, só posso chegar a uma conclusão: os privilégios de moderadores devem incluir eliminar registros temporais de alterações em postagens... hahahahaha

Mas e portanto, vou esclarecer só mais uma coisinha aos leitores: o que é coisa de crente não é ter 100% de certeza, é desejar 100% de certeza! Esperar por isso! Se viabilizar apenas por essa perpectiva! Um descrente (pensador científico) considera 100% certo tudo que fatos não contestarem, e muda de uma certeza 100% para outra certeza 100% no piscar dos fatos (FA-TOS! não "interpretação" nova de fatos ou de novos fatos) novos. O crente só tem 100% de certeza de que se ele manipular incertezas vai obter os 100% de certeza (do) que almeja em sua fantasia.
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Data da postagem: 01/05/2015, 23:50
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Citação de: Skeptikós em 01 de Maio de 2015, 11:05:31

Citação de: Cientista em 01 de Maio de 2015, 03:34:53

Citação de: Skeptikós em 30 de Abril de 2015, 13:46:49

Citação de: Barata Tenno em 30 de Abril de 2015, 12:26:56

"condições escancaradas de autoria" é um termo extremamente interpretativo, o que uns consideram certeza outros consideram dúvida e vice versa. No final um inocente acaba morto porque alguém interpretou algo errado. Seres humanos são passíveis de erro e pena de morte não é um erro que de para consertar.


Tipo, um vídeo comprovando que o réu cometeu mesmo assassinato, mas podem existirem atenuantes não comprovados que de fato poderiam ter ocorrido, como, ele ter sido coagido a fazer isso, ter tido um surto psicótico, ou o fato da vítima ter sido o assassino da filha do réu ou então o fato do vídeo não mostrar o início da confusão, onde a vítima atentou contra a vida do réu.

Todos estes atenuantes não mostrados nas provas seriam suficientes para impedir a pena de morte, mas como o poder judiciário não dispõem de evidências que os comprovem, o réu provavelmente sera condenado a morte com base apenas no vídeo que mostra ele assassinando a vítima.

Abraços!


É por essas e outras que não posso deixar de aproveitar isso aqui...

"Atenuantes" são subregras estúpidas para regras. Para que "atenuantes"? Porque filósofos acham bonitinho?

Vamos por partinhas nessa brincadeirinha filosofosinha para ver se achamos alguma coisinha serinha no meio...

"Ser coagido" (por coação mortal, próxima ou equivalente) não é "atenuante", é inocentante. O réu deve apresentar tal alegação e apresentar evidências do fato. Nenhuma dificuldade genérica e particularmente especial aí. Inclusive ele tem a facilidade de não ter muito mais que se preocupar com a coação do que com a pena que receberá. Quem o coagiu passará a ser o único criminoso pelo ato e será o punido. ...Aqui, nada além de bobaginha...

"Surto psicótico" é defeito da máquina, senão alegação sobrecriminosa. Dane-se, se tiver. Regras são regras. Não são para beneficiar as que as transgridem, seja qual for a razão.

Se a "vítima" vitimou mortalmente alguém do réu, ele deveria reunir e apresentar evidências, denunciar e a "vítima" seria executada devidamente. Em havendo pena capital prevista, matar por justiça pessoal encerra-se como possibilidade aceitável. ...O que mais nessa bobajadinha?...

Se a "vítima" atentou contra a vida do réu, há(verá) pena de morte para isso. Não existe legítima defesa a posteriori. Se há o risco provável de nova investida da "vítima", cada um deve arcar com as dificuldades de um mundo "imperfeito" (difícil). A defesa pessoal deve ser provada, como tudo.

E se houver qualquer dúvida plausível, não se tem elementos para condenar ninguém, nem a morte, nem a prisão, nem a dar três pulinhos. É de uma insanidade inconcebível pensar que prender alguém inocente é mais aceitável que matar. Eu digo que se eu for retido indevidamente por um minuto sem que haja qualquer evidenciação contra mim, é melhor me matar, porque quando eu sair, mato todos os responsáveis pela minha detenção. Punir um inocente de forma injustificável é crime hediondo, qualquer seja a "leveza" da punição.

É isso aí o que tua filosofaria tem para mostrar, meu jovem Skep?

Você se esqueceu que a unica evidência existente é o vídeo comprovando que você assassinou o individuo, todos os demais detalhes, como a coação por exemplo, aconteceram mas não existem evidências para comprovarem-nas. Com faltas de provas em favor de sua defesa, restaria apenas a sua palavra e nenhuma evidência para sustenta-la, você seria executado por tanto com base nas imagens do vídeo.

Sobre o restante, nem vou me dar ao trabalho de responder, pois você fara mais dos seus rodeios sofismáticos sem fim para confundir o debate.

Abraços!

Meu caro jovem, o Cientista só quer te dizer aqui que lamenta muito mesmo tão frequentemente te pôr nessa condição de te sentires compelido a ter que recorrer a tão baixas falácias como puros ataques pessoais para ter alguma coisa a dizer. Ele não gosta de te ajudar assim a manchar a tua própria imagem, mas é que... às vezes o assunto é muito sério, como esse em pauta. Você entende, não, meu caro Skep?
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Citação de: Cientista em 02 de Maio de 2015, 03:50:05

Citação de: Buckaroo Banzai em 01 de Maio de 2015, 13:46:24

Esse "em ciência" me faz imaginar a coisa vertendo para analogias com processos de produção em massa e taxas de falha, destruição de unidades defeituosas a fim de reduzir o prejuízo ao consumidor, etc.


Todos os caminhos levam ao Cientista, mas mais os da aversão e tentativa de rejeição/depreciação a ele ...pelo visto...

O Cientista posta algo num tópico e tudo se transforma. Os direcionamentos dos debatedores evidentemente mudam em torno do "irrelevante/ignorável". É muito engraçado ver! Todos os debatedores que antes debatiam realmente uns contra os outros, passam a só usarem-se para indirecionar o que já se torna uma tentativa geral de contorno aos escalpelos do Cientista. hahahahahahaha

Mas... estou tentando localizar o tal "em ciência" e, munido de meu astronômico QI, só posso chegar a uma conclusão: os privilégios de moderadores devem incluir eliminar registros temporais de alterações em postagens... hahahahaha

Mas e portanto, vou esclarecer só mais uma coisinha aos leitores: o que é coisa de crente não é ter 100% de certeza, é desejar 100% de certeza! Esperar por isso! Se viabilizar apenas por essa perpectiva! Um descrente (pensador científico) considera 100% certo tudo que fatos não contestarem, e muda de uma certeza 100% para outra certeza 100% no piscar dos fatos (FA-TOS! não "interpretação" nova de fatos ou de novos fatos) novos. O crente só tem 100% de certeza de que se ele manipular incertezas vai obter os 100% de certeza (do) que almeja em sua fantasia.


Mas iso parece de uma "modestia".
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Citação de: Sergiomgbr em 30 de Abril de 2015, 13:29:42

Acho que não há barbaridade alguma em se matar a barbaridade.


Pois é, no final acaba sendo "o que voce planta voce colhe (ou pode clher)" ou melhor "ações geram reações" [essa é menos moralista sem visao de bem ou mal mas de causa/consequencia].
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